O leque de possibilidades de intervenções é grande.
Desde a psicoterapia individual ou em grupo (da criança ao idoso);
orientação e aconselhamento psicológico a pais, familiares e/ou responsáveis por crianças e adolescentes, a profissionais de educação e do cuidado;
orientação e re-orientação profissional (escolha profissional);
seleção e treinamentos de equipes de trabalho;
atendimentos emergenciais em: situações de crises e desastres, de mediação de conflitos (familiares, profissionais, etc), em doenças graves com eminência de morte, hospitalização, em privações de liberdade (prisões), em separações conjugais;
processos de adoção, guarda e tutela de crianças e adolescentes;
acompanhamento a casais grávidos;
apoio emocional nas diversas doenças psicossomáticas (asma, gastrite, vitiligo, etc.), doenças psiquiátricas (transtornos mentais, psicoses, etc.) e neurológicas;
auxílio no tratamento da drogadição, do alcoolismo, do tabagismo, do estresse, das fobias, dos transtornos alimentares, afetivos, de personalidade, de identidade sexual, de conduta, de desenvolvimento psicológico, de ansiedade, disfunções sexuais, retardo mental, estresse pós traumático (provenientes de assaltos, seqüestros, acidentes de trânsito, desastres sócio-ambientais, desemprego, perdas, etc.);
acompanhamento a vítimas e atores de violência doméstica e abuso sexual; apoio psicossocial ao processo de envelhecimento e suas patologias (demências, etc.);
cuidado e promoção da saúde dos homens (uma vez que são vitimas do machismo imperialista que impede os cuidados com sua saúde);
apoio psicossocial a grupos de minorias sociais excluídas e marginalizadas (profissionais do sexo, catadores, deficientes, homossexuais, soro positivos, etc.); diagnósticos, analises, avaliações institucionais; entre outras.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
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